Procuro desesperadamente por seus defeitos, talvez se me apegasse mais a suas falhas essa sede, aqui de dentro, se acalme.Que bobagem devo esquecê-la simplismente devo esqecê-la como algo belo e longínquo que em mim, se fez meu mas afinal além de mim existem outros.A minha Aurora Boreal é do universo.E eu terreno sem assas, aqui preso nessa humanidade carrasca.
Humano impotente! É isso que sou? A coisas que não se dizem, há sonhos que nunca vão deixar de ser sonhos. E por mais que a queira aqui eterna diante de meus olhos; sei você vai partir. Seguindo seu caminho junto ao vento aos poucos a vejo assim tão mais distante do que antes era de mim. No impulso inutil de agarra-la, meu abstrato mais lindo...
Pulei! Foi divino, por alguns segundos senti meus pés fora do chão, mas essa triste gravidade me fez logo perceber. Posso dar o melhor de mim e mesmo assim ainda dependo dos outros.Falhei! E mais distante ainda á vi, talves eu a tenha assustado e antes do tempo você se pôs a partir. Segurei lágrimas fechando os olhos, respirei fundo, só hoje tomei força e os abri.
Não sou eu, não reconheço esse corpo, sequer é humano isso que visto. Estou só novamente, num lago distante movimentada pelo vento. Nas águas flutuo, olhos no céu, contemplo você minha antiga doce rotina, lhe vejo indo,partindo assim depressa em seu carrossel de cores... Esta sorrindo. Estranho! Por esse prisma sinto-me calma Acho que sua felicidade me traz paz...
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